terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Não temos desculpa….para não ajudar.

haiti-7 Na sequência do sismo da ultima semana, muitas foram as ONG e outras instituições que prometeram deslocar-se ou já estão no terreno para ajudar as populações. Através da internet, é possível dar o seu contributo. Saiba como contribuir:

1 - No site da Cruz Vermelha Internacional pode deixar o seu contributo por cartão de crédito.

2 - Ligue para o 760 206 206 e ajude o Haiti - A PT e a TMN disponibilizam um número para o qual se pode ligar a partir do telefone fixo ou do telemóvel. Cada chamada realizada custa 60 cêntimos (+ IVA), que reverterá a favor de Organizações Não Governamentais (ONGs) com missões no Haiti: a AMI, a Cruz Vermelha e os Médicos do Mundo.     

3 - A AMI já partiu para a capital haitiana, onde terá missões relacionadas com a purificação de água e a distribuição de alimentos. A "conta de emergência Haiti" tem o NIB: 0007 001 500 400 000 00672. Por Multibanco, a entidade é 20909 e a referência 909 909 909.

4 - A Cáritas convida todos aqueles que quiserem contribuir a “fazer o seu donativo na conta «Cáritas Ajuda Haiti», com o NIB 003506970063000753053, da Caixa Geral de Depósitos. A organização disponibilizou de imediato uma verba de 5 mil euros à congénere do Haiti

5 - The American Jewish World Service foi chamado ao Haiti para apoiar a rede de organizações e instituições no terreno.

6 - A AmeriCares conta com um fundo de 5 milhões de dólares e pede contribuições/doações para trabalhos urgentes em situações de desastre.

7 - A CARE já está no terreno com voluntários para ajudar as populações de Port-au-Prince.

8 - A Catholic Relief Services tem um escritório no Haiti, localizado num dos bairros em que se verificaram menos danos nos edifícios, e aceita doações de qualquer valor.

9 - O Direct Relief International é um dos parceiros mais importantes das equipas no terreno. Apoia sobretudo ao nível da distribuição de medicamentos no terreno.

10 - A Oxfam tem duzentas pessoas no terreno para ajudar no que for necessário. Já começou a trabalhar na purificação de água e distribuição aos sobreviventes, missão para a qual a AMI também está destacada.

Ilha de La Hispaniola

Portugal Actual 2010

Net no Interior atinge velocidade pré-histórica

apple-recyling-computers

Empresas e população têm dificuldade em comunicar por via electrónica

Os utilizadores da Internet em aldeias do mundo rural, nos concelhos de Miranda do Douro e Vimioso, queixam-se da fraca qualidade do serviço. Há quem tenha contratado, com as operadoras, uma velocidade de quatro mega e não consiga ir além do 70 Kbytes.

Atenor, Uva, Mora, Vale de Algoso ou Vilar Seco e Palaçoulo são algumas das localidades onde o serviço ADSL não tem a velocidade desejada e até a net móvel tem fraco sinal. Profissionais de várias áreas que ali se fixaram, e a população em geral, ponderam fazer um abaixo-assinado para enviar a vários organismos públicos regionais, no sentido de os informar daquela situação, solicitando, ainda, a sua resolução, já que a consideram "vergonhosa", "pré-histórica" além de acarretar prejuízos.

De salientar o facto de naquelas aldeias estarem em funcionamento várias associações de desenvolvimento rural, empresas ligadas à promoção dos valores naturais, casas de turismo rural, diversas indústrias, além de serviços. Aquelas localidades, dado o seu valor ambiental e etnográfico, são igualmente escolhidas por estudantes, nacionais e estrangeiros, para desenvolvimento de teses de mestrado e doutoramento.

Miguel Nóvoa, secretário técnico da Associação para Estudo e Protecção do Gado Asinino, em Atenor, defende que o desenvolvimento rural também depende do bom funcionamento das novas tecnologias. "Não temos a possibilidade de abrir uma página. A gestão e consulta das bases de dados e do correio electrónico, por vezes, é difícil ou mesmo impossível de se efectuar", afiançou.

Há quem se desloque diariamente às sedes de concelho para fazer o seu trabalho ou consultar a caixa de correio electrónico. Há industriais que se queixam de ter, inicialmente, contratado com as operadoras uma velocidade de oito mega mas que, devido à deficiência do serviço, baixaram para quatro, pelos quais pagam menos. "Mesmo assim, há zonas onde não vai além dos 70 k bytes".

João Marnoto, fotógrafo e documentalista, vive em Vilar Seco e garante que tem de programar o seu dia-a-dia de forma a coincidir com uma viagem a Miranda do Douro ou Sendim, para descarregar o trabalho na rede ou fazer consultas.

Sinal muito fraco

"O sinal da net é muito fraco. Como trabalho com imagens, tenho dificuldades em desempenhar a minha profissão. O sinal da net móvel também é mau e falha constantemente", garantiu.

Já Joana Braga, engenheira do ambiente, assegura que às vezes o trabalho que desenvolve na região sofre atrasos significativos devido à falha de velocidade da net.

Na maioria das opiniões, a net é uma ferramenta "indispensável", e as deficiências na sua utilização, por vezes, afastam o investimento e as pessoas daquelas localidades do interior.

Dada a morfologia do planalto mirandês, as comunicações móveis, por vezes, também não dão resposta às necessidades, havendo zonas onde o sinal é fraco ou nulo, prevalecendo as operadoras móveis espanholas.

Essas situações criam contratempos, em caso de emergência, já que as equipas de socorro, ou até mesmo alguém que queira alertar para uma ocorrência, tem dificuldades devido à inoperância dos serviços. O JN tentou, sem sucesso, ouvir a versão das diversas operadoras, mas nenhuma respondeu.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Bobi

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Sinta o pulso ao Planeta Terra.


Os institutos de estatística, cá com o nome de Instituto Nacional de Estatísticas (INE), recolhem e compilam um sem número de informações fundamentais na vida dos cidadãos, na actividade das empresas e no funcionamento dos Estados. A informação estatística, em especial, é hoje uma forma de conhecimento necessária à assunção de uma cidadania plena, imprescindível na tomada das decisões que fazem surgir e progredir as civilizações ao redor do mundo. São ferramentas essenciais para o enquadramento das políticas com que se governam as nações. Mas como podemos ter acesso a essas informações?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Naturlink - Alerta ! Apelo à consciência Global!

Um site interessante, em vez dos nossos filhos e alguns de nós adultos estarmos enfiados a ver " Morangos com Açúcar, e outros lixos que enchem as nossas TV´s", aqui vai um site para ajudar a compreender o que andamos nós aqui a fazer....deixemos de demagogias.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Para ouvir....

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Eterna Guerra - Mac vs PC

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nunca é tarde para começar.


O Blackle trata-se de uma espécie de skin preta do Google. Bem, mas qual o objectivo?

O objectivo é poupar energia. Parece que se o monitor estiver predominantemente de uma cor escura, neste caso preto, gasta menos energia se estiver com uma cor clara.

Em Janeiro de 2007 um blog publicou um artigo com o nome Black Google Would Save 750 Megawatt-hours a Year que propondo a teoria de que se houvesse uma versão preta do Google poupar-se-ia uma boa porção de energia devido à popularidade do motor de busca.

Os autores do Blackle sugerem que os utilizadore o definam como homepage de modo a que cada vez que se inicia o browser se poupe um pouco de energia. Dão esta sugestão também para que cada vez que o Blackle seja visualizado, nos lembremos que devemos poupar energia! :D

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Será o fim da Microsoft.........? Esperamos bem que sim!!!!


Segundo Keith Curtis ex-colaborador da Microsoft! Certamente os nossos leitores não levariam isto a sério, se fosse proveniente de algum elemento ou empresa relacionada com software livre. Contudo, este senhor apenas trabalhou 11 anos no desenvolvimento do Windows, Office e no centro de investigação da Microsoft.
Terá sido uma revelação, ou uma pura caída em tentação perante o fruto proibido? Independente da interpretação este ex programador é agora um completo advogado do software livre e do Linux. No seu novo livro “After the Software Wars”, ele explica porque o modelo de software livre irá prevalecer sobre o modelo proprietário da Microsoft. Keith Richards faz notar que até 2004 nunca tinha experimentado Linux e foi a partir daí que concebeu a sua teoria de que graças ao modelo de software proprietário, todos nós estamos a viver o que ele apelida de tempos obscuros na computação. Sem papas na língua afirma que o modelo de software livre, resulta num código de melhor qualidade, apontando o Firefox e o Kernel de Linux, como exemplos de excelência em que o software livre ultrapassa o software proprietário a nível de qualidade. Tudo isto para concluir que o software livre mina completamente as margens de lucro que o gigante de Redmond tem estado habituado a praticar nestes últimos anos. mbora Keith reconheça que o software livre não tenha conseguido ganhos significativos no mercado de desktops, este está a conseguir evoluir a passos largos noutros segmentos do mercado de computação. Segundo este “A Google tem centenas de milhares de máquinas a correr Linux dependendo deste em todo o seu modelo de negócio”. A visão relativa à existência do Linux deste ex programador da Microsoft, é a de que se há 20 anos atrás a empresa de Redmond construísse o Windows num modelo aberto, o Linux nunca teria existido. Hoje segundo Keith milhões de programadores estariam a melhorar o Windows, em vez de competir contra ele ao ajudar no desenvolvimento do Linux. Será porém tarde demais, pois segundo o mesmo, “Além de adoptar Linux, existe pouco que a Microsoft possa fazer para travar o seu declínio. Mesmo que esta ponderasse em adoptar Linux e software livre, iria canibalizar as suas margens de lucro e seria obrigada a explicar aos seus utilizadores, porque teriam que pagar pelo MS Office, já que o OpenOffice como software livre se demonstra suficientemente capaz”. É uma visão bastante pragmática e tem que se reconhecer, um pouco apocalíptica do futuro da Microsoft. Não deixo apenas de achar curioso alguém que esteve envolvido nos principais produtos da empresa de Redmond, afirme que os seus produtos a nível de código são de inferior qualidade aos principais projectos de software livre. É neste último ponto apenas que eu tenho de concordar, se em tempos não foi bem assim, na minha opinião a qualidade dos software livre está hoje em dia ao mesmo nível da existente no software proprietário.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sonho.....molhado....

Só para homens de barba rija!
haaa...aproveitem a boa musica tb!

Para seguir a regata


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